Michael Jackson: Multidão juntou-se à porta do tribunal – Emoção no início do julgamento

Acusação mostra foto de Michael Jackson morto, com a família do cantor presente. Argumento da defesa é tentar provar que o músico se terá suicidado.

  Mais emoção era impossível: um dos mais aguardados e mediáticos julgamentos dos últimos anos, que senta no banco dos réus Conrad Murray, o médico acusado da morte de Michael Jackson, começou com exibição da fotografia do cantor morto, deitado numa maca do hospital para onde foi transportado. A foto foi mostrada pelo advogado de acusação ao mesmo tempo que proferia duras palavras contra o médico.
  “Michael Jackson pôs, literalmente, a sua vida nas mãos de Conrad Murray. Depositou nele toda a sua confiança, mal empregue, que lhe custou a vida”, disse David Welgren, enquanto mostrava, na sala de tribunal, a foto do ‘rei da pop’, sem vida, com a legenda: “Tinha 50 anos”.
  A exibição da foto chocou. Na sala, estavam sentados vários elementos do clã Jackson – pai e mãe, as irmãs La Toya e Janet e os irmãos Jermaine, Randy e Tito -, mas também o grupo de jurados: sete homens e  cinco mulheres, dois dos quais fãs confessos do cantor.
  Murray – que compareceu acompanhado pela mãe – está apostado em provar que Jackson, que morreu a 25 de Julho de 2009 de overdose de Propofol, se suicidou, ingerindo a droga quando ele se ausentou do seu quarto.
  Cá fora, a emoção não era menor, com uma multidão de fãs do cantor a exibir cartazes contra Murray, a quem chamam ‘Dr. Morte’.

FONTE: Correio da Manhã

Morte de Jackson: Júri para julgar médico

  Já foi escolhido o júri, composto por 12 pessoas, que vai decidir o destino de Conrad Murray, o médico acusado de ter medicado Michael Jackson na noite da morte do cantor. Sete homens e cinco mulheres foram seleccionados entre 84 pessoas. O julgamento de Murray, acusado de homicídio involuntário, deve começar amanhã.

FONTE: Correio de Notícias

Gaga tem diamantes nos dentes – cantora mostra novidade na semana da moda de Paris

  Lady Gaga implantou diamantes nos dentes, diz o jornal ‘The Sun’. A cantora vai mostrar a dentição no desfile de Thierry Mugler na semana da moda de Paris, que começa hoje. Gaga terá colocado próteses com diamantes, ao contrário do rapper Lil Wayne, que tem diamantes no lugar dos dentes e não pode comer nada sólido.

FONTE: Correio da Manhã

As ricas vidas dos DJ

Ganham milhares de euros, viajam por todo o mundo e lideram os tops. Os DJ lusos dão cartas em Portugal e lá fora.

  Uma batida sincopada alastra pela noite. ‘It’s a beautiful life, beautiful night, happy people’, profetiza o cantor, compositor e DJ Bryan Wilson ao microfone, mal começa a sua actuação na festa Pool Party, da MTV, no passado fim-de-semana, em Oeiras. Em boa verdade, a noite estava fria e ventosa para corpos demasiado despidos. Mas servir felicidade na pista de dança e fazer as pessoas ficarem até o sol nascer é a missão do DJ. Por cá, eles estão na moda. São novos ídolos dos miúdos, a aposta das discotecas e, como se não bastasse, dão cartas lá fora e levam a música ‘made in Portugal’ a correr fronteiras. Muito mais do que o fado. Mais do que o heavy metal. Temos alguns entre os melhores do Mundo – DJ Vibe e Pete Tha Zouk – num dos poucos nichos da indústria musical que está de boa saúde e em expansão.

Segredos e pastilhas

A música de dança chegou a Portugal no final dos anos 80, quando o País, ainda na ressaca da ditadura e sequioso pela modernidade, se balançava ao som da descoberta do rock e da pop. Mas o tecno já marcava a batida em festas secretas e ilegais, em locais improváveis e escondidos, como um velho armazém em Xabregas. Os discos vinham em conta-gotas do estrangeiro, chegavam às segundas-feiras e eram aguardados por meia dúzia de curiosos à porta da loja Bimotor, no Rossio. Na rádio, só havia éter para o género no programa ‘4º Bairro’, da Comercial.
Foi nesse contexto que, em 1992, António Cunha fundou a Kaos (a primeira editora e produtora de eventos de dance music) juntamente com Tó Pereira – agora mais conhecido como DJ Vibe -, João Daniel, Luís Leite e Rui da Silva, que foram praticamente os primeiros DJ a ‘sério’ em Portugal. Do lado de fora da Kaos somavam-se DJ Johnny, Rui Vargas e Rui Murka a dar cartas na noite lisboeta. “Convenci outros a fazerem a primeira festa, na Estação da Luz, Aveiro, que gerou logo uma grande polémica: aconteceu na mesma altura que a invasão do Iraque e então apareciam a toda a hora, na reportagem da RTP, as imagens do Artur Albarran intercaladas com as das ‘festas secretas’ e uma cápsula de ecstasy”, recorda António Cunha, de 49 anos.
Havia pessoas interessadas em ouvir e em passar aquele tipo de música, “mas não local para isso, por isso faziam-se essas festas ilegais”, acrescenta.
Seguiram-se os míticos eventos do Convento de São Francisco, em Coimbra, e do castelo de Montemor-o-Novo.
O Kremlin, o Plateau e o Alcântara-Mar inauguraram os seus famosos after-hours e no Bairro Alto o Captain Kirk e o Frágil ditavam o novo ritmo. O DJ era apetecível para as discotecas e danceterias: ‘one man show’ com uma mala de discos atrás, muito mais barato do que contratar uma banda.
Estava criada e lançada a ‘bomba’ que depressa consumiu os adeptos da noite.

Saltar para a ribalta

Por cá, e ao contrário do que acontecia no resto da Europa – onde se chegou a proibir as raves por causa da ligação ao consumo de drogas sintéticas -, havia o “interesse das marcas (patrocínios) e até das entidades oficiais, como as câmaras municipais que se associavam aos eventos. Os anos 90 foram os da afirmação”, relembra Vítor Balanciano, jornalista e antigo membro do colectivo de DJ Cooltrain Crew.
O primeiro grande hit nacional a galgar fronteiras não demorou: ‘So Get Up’, dos Underground Sound of Lisbon (1993, projecto de DJ Vibe e Rui da Silva). Chegou a número um das tabelas de vendas internacionais em vários países. Rui da Silva mudou-se logo em seguida para Londres para trabalhar como produtor e por lá conseguiu pôr ‘Touch Me’ no primeiro lugar dos charts.
Nos vinte anos que se seguiram, a actividade profissionalizou-se, aprendeu a cartilha do marketing e ‘fechou-se em estúdio’ para fazer as suas próprias músicas e trabalhar com outros estilos e artistas. A produção é, aliás, a chave do sucesso e da longevidade na profissão.
“O DJ que produz pode explorar um universo inteiro que o distingue dos simples ‘passadores de discos’. Primeiro, porque cria as suas próprias músicas e as suas actuações são mais originais. Depois, lança-as internacionalmente, compõe e produz para outros artistas. Hoje em dia são os DJ que fazem os mega-hits da pop”, diz Sónia Silvestre, editora da revista ‘DanceClub’ e manager de alguns dos maiores DJ nacionais.
Aqueles que se atreveram a fazer o crossover com a pop ou com o hip-hop e o rap têm agora o mundo da música a seus pés, pois ninguém sabe vender um artista melhor que os DJ. Que o digam Carl Cox, Erick Morillo, Timbaland e mais recentemente o fenómeno David Guetta, que produziu o ritmo perfeito de ‘I Gotta a Feeling’ para os Black Eyed Peas. Palavras para quê?

Entre os melhores

No final do ano passado, a revista britânica ‘DJ Mag’ elegeu, por votação pública, os 100 melhores do Mundo, que foi votada por meio milhão de pessoas de centenas de países. Pete Tha Zouk (natural de Olhão) ficou em 81º lugar e DJ Vibe em 100º. Mas também lá poderiam figurar Pedro Cazanova, Pedro Diaz e Diego Miranda, que estão entre os DJ nacionais mais requisitados cá e além-fronteiras.
A vida de um DJ é de sonho, mas também trabalho árduo. Os cachets começam nos 500 euros por noite (nacional) mas podem chegar aos 10 mil euros consoante a casa, a dimensão do evento e o estatuto do DJ. Mas um David Guetta pode cobrar qualquer coisa como 250 mil euros por actuação.
Com 28 anos de carreira, DJ Vibe (43 anos) é conhecido pelo profundo conhecimento musical e pela precisão com que lê os desejos da pista de dança.
Nem outra coisa seria de esperar do nome maior deste ‘metier’, que considera “o melhor do Mundo”. Os primórdios da sua carreira ficaram marcados pelas residências no Alcântara-Mar, Plateau e Kremlin e pelas pioneiras raves no Convento de São Francisco e no castelo de Santa Maria da Feira. “Já tinha outros momentos antes do ‘So Get Up’, mas esse foi o salto para a internacionalização. Numa semana estava a tocar em Nova Iorque e em Miami. Seguiu-se o Canadá, Japão, África do Sul, Indonésia e Espanha (Ibiza). Tenho a sorte de fazer o que gosto e ainda viajar por isso. Melhor é impossível”, conta. Talvez por isso, o seu maior pesadelo seja “deixar de ouvir”, confessa Vibe – ou Tó Pereira, dos tempos remotos -, que já perdeu a conta aos discos que por aí andam com o seu nome inscrito.
Da geração seguinte, Pete Tha Zouk é o português com ADN de super-estrela. Nascido António Pedro, em Olhão, 1978, apanhou a era em que o DJ é o entertainer por excelência.
Os limites físicos da cabina não existem para Tha Zouk, que levanta os braços, dança com a pista, canta, escreve mensagens no laptop, pega no microfone e fala com as pessoas. Uma noite Tha Zouk é a personificação da alegria e do êxtase. Começou nas noites do Mitto e do Locomia (Algarve) mas depressa escalou fronteiras. ‘Solid Textures’ (2003, em parceria com Vibe) é o primeiro hit à escala mundial. O último chama-se ‘I Am Back Again’ com a cantora Abigail Bailey. Ao mesmo tempo, não consegue dar vazão aos muitos pedidos para tocar por todo o País, em Angola, Suíça, Espanha e, sobretudo, no Brasil. Promotores e proprietários de clubes sabem que Pete Tha Zouk significa ‘casa cheia’. E ele sabe a cartilha de cor: “Sempre nutri o maior respeito pelas pessoas que pagavam para me ver, como pelos clubes onde passei. É importante que o meu trabalho seja bem feito e que o promotor ganhe dinheiro e que as pessoas saiam e voltem a pedir mais datas minhas”, confessa o 81º do Mundo.

Dias de trabalho

Mas o sucesso significa trabalho árduo e não deixa trocar a noite pelo dia. Pedro Cazanova, 34 anos, autor do êxito ‘Selfish Love’, tem a agenda de fim-de-semana sempre cheia e o estúdio à sua espera de segunda à sexta. Acorda a umas surpreendentes 08h30 da manhã. Às 09h00 já está a deixar Madalena (de ano e meio) no infantário. Curiosamente, quase todos os principais DJ nacionais foram pais recentemente: Rui Vargas e Yen Sung, DJ Vibe, Pedro Diaz, Rui Murka…
Logo depois, Cazanova já está a entrar no ginásio e ao meio-dia chega ao estúdio. “Não gosto de perder o dia”, diz, mesmo que não seja fácil gerir o cansaço. “Em Agosto chego a assegurar vinte e tal datas, muitas vezes com viagens de carro e avião pelo meio”, confessa o DJ, que começou a passar música aos 17 anos, em festas na zona de Carcavelos, mesmo contra vontades familiares.
Quando atingem determinado estatuto, os DJ têm uma equipa por trás, incluindo um road manager, que conduz, testa a mesa à chegada aos clubes ou resolve qualquer problema que se meta ao caminho. Tudo para que o DJ só possa dar o seu melhor. “Um grande DJ tem sempre um grande trabalho atrás de si. No entanto, depois, as pessoas é que fazem os hits”, diz Cazanova. E o público, como é sabido, é um patrão exigente.
DJ Kura, ou Ruben Barbeiro, de seu verdadeiro nome, está a dar que falar na nova geração. Tem apenas 24 anos e, em boa verdade, só se profissionalizou há dois, mas com tal sucesso que já chegou aos escaparates em países como a Holanda, a Alemanha e os EUA, através do SoundCloud, o dispositivo de partilha que transforma canções feitas em estúdios caseiros em hinos globais. “Sou eu que trato de tudo. Envio os raiders e normalmente não há problema porque o pagamento é adiantado. Toco dois dias por semana no mínimo, às vezes quatro. Todos os dias trabalho os temas em estúdio. Sou muito exigente e quem trabalha comigo tem de ser igual”. 2012 será o ano da internacionalização, promete.

Partilhar com o Mundo

No novo milénio, a evolução tecnológica a nível do material de som usado pelo DJ (como o Final Scratch criado por Ritchie Hawtin) e a capacidade viral da internet mudaram o sistema. As redes sociais e as plataformas de partilha de música fazem a maior parte do trabalho de divulgação. “Posso fazer um tema hoje e amanhã já está online em todo o Mundo. São milhares e milhares de downloads a cair…”, explica Pedro Diaz.
Por outro lado, os computadores fazem com que “qualquer um possa ser DJ. É só chegar lá e carregar no botão”, lembra António Cunha.
Com a profissão a exercer tanta atracção sobre gente nova e até profissionais de outras áreas (como os actores Rita Mendes, Nuno Lopes, Sérgio Delgado ou as passagens de João Nabais, Francisco Penim e até Paula Bobone pelos headphones), a competição é feroz.
Rui Murka, 38 anos, DJ da ‘velha guarda’, não tem nada contra. “Qualquer pessoa que tenha algo a dizer através da música deve ter o direito de fazê-lo”, defende. Mas a concorrência não é leal em todos os pontos de vista. “Até há agora o DJ/relações públicas, que é aquele que leva uma lista de pessoas atrás de si e é contratado por isso”.
Do outro lado da barricada, Paula Bobone garante que aceitou passar música no Clube Bela Cruz, no Porto, porque se tratava de uma “festa de solidariedade” e não compreende as preocupações dos DJ: “Eles são profissionais, têm um trabalho de continuidade. Nós fazemos um momento”.
As escolas de Djing, que atraem cada vez mais adolescentes, não ajudam a separar as águas. “Cobram mil euros aos miúdos e o máximo que fazem é ensiná-los a mexer no material. Criam ilusões. Um DJ tem de trabalhar muito, conhecer, experimentar. Não nasce de um dia para o outro. Depois, esses miúdos cobram 50 euros por noite, o que em tempos de crise é apelativo para os donos dos bares, mesmo que a qualidade fique mesmo muito aquém…”, revela, por seu turno, Pedro Diaz, cabeça-de-cartaz da festa da MTV. Pedro chegou cedo, muito antes da actuação marcada para as 04h00 da manhã, e encarnou imediatamente aquilo que também distingue o DJ dos outros artistas. Circulou no meio dos fãs, conversou e bebeu com eles encostado ao balcão do bar. Talvez porque ser DJ é, acima de tudo, comunicar. Sem ‘achaques’ de estrela.

Do exército ao estrelato

Bryan Wilson, madeirense com carreira firmada no Leste da Europa, explica: “Nunca penso que sou um artista. Sou uma pessoa em permanente contacto com outras para lhes oferecer aquilo que elas querem. Elas é que te dizem aquilo que querem ouvir. Elas é que definem quem és”, diz o ex-militar, 25 anos, cujo verdadeiro nome é Wilson Conceição.
A música surgiu ainda quando estava no exército. Destacado para o Kosovo, aproveitou uma licença de 15 dias para ir até à Roménia com outros companheiros de armas: “Vimos aquela onda toda e resolvemos vestir umas roupas engraçadas para dizer que erámos uma banda portuguesa muito conhecida. Foi espectacular. Ofereceram-nos copos, jantares, trataram-nos como estrelas. Foi aí que percebi que o meu futuro estava na música”. Começou então a compor e a produzir para artistas romenos. Numa gala de entrega de prémios nacionais conheceu o actual parceiro, o DJ e produtor Sebastian Crayn, com quem forma dupla de enorme sucesso no Leste Europeu, com canções no primeiro lugar do top de vendas. Estão de mudança para Londres pois, agora, o mundo é o limite…

FONTE: Domingo

Rock In Rio para 100 mil – Estrelas marcam regresso do festival ao Rio de Janeiro

  O regresso do Rock In Rio ao Brasil não poderia ter corrido melhor: cerca de 100 mil pessoas vibraram ao som de grandes nomes da música, como Rihanna, Katy Perry e Elton John.
  A cidade do Rock In Rio abriu as portas às 14h00 locais de sexta-feira. Até ao início da tarde, foi um recinto a meio gás que recebeu no Palco Sunset os portugueses The Gift e ainda Rui Veloso. Os brasileiros Paralamas do Sucesso e Titãs abriram o caminho no Palco Mundo para a ‘quente’ Katy Perry, seguindo-se ‘Sir’ Elton John. Apenas Rihanna desiludiu: além do atraso, a sua actuação deixou muito a desejar.

FONTE: Correio da Manhã

Rihanna está no Brasil e só pensa em caipirinha

  A cantora está no Brasil para uma série de concertos em várias cidades e uma actuação no Rock In Rio, mas desde que chegou deixou-se conquistar pelas belezas brasileiras como o comum dos turistas.
  Para além de já ter exibido uma bandeira do Brasil nos seus espectáculos, Rihanna experimentou beber caipirinha e sempre que pode é vê-la de copo na mão a bebericar na palhinha. Para além da famosa bebida brasileira, a cantora – que está a correr o Mundo com a tournée “Loud Tour” – já fez questão de fazer uma tatuagem na praia, escolheu biquínis em Ipanema, comeu sorvete e brincou com os amigos na piscina do hotel onde está instalada. Para mostrar o seu agrado por estar ali, Rihanna brindou os fãs brasileiros com muitas poses ousadas durante o espectáculo que deu na capital, Brasília.

FONTE: Jornal de Notícias