Filhos Jackson entregues à avó

  A mãe de Michael Jackson, Katherine, de 79 anos, vai ficar com a guarda dos três filhos do cantor, depois de um acordo que estabeleceu com a mãe biológica dos dois filhos mais velhos do rei da pop, Debbie Rowe, para evitar uma guerra judicial. Com este acordo, Rowe, que renunciou ao pedido de custódia, ficou com um direito de visita.

FONTE: Correio da Manhã

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Polícia investiga morte de Michael Jackson

  A polícia norte-americana realizou buscas à casa e ao consultório médico do cardiologista Conrad Murray, que assistiu Michael Jackson no dia em que este morreu, tendo apreendido telemóveis e o disco rígido do computador. Segundo o advogado de Murray, as autoridades procuraram as fichas médicas de Jackson para verificar «todas as alegadas doenças» do cantor.
  Enquanto se esperam os resultados das análises toxicológicas realizadas no final de Junho, aumentam os rumores sobre o facto de Jackson ser viciado em anestésicos. À CNN, uma fonte da família Jackson informou que Murray administrou propofol – anastésico usado em cirurgias – ao cantor na véspera da sua morte.

FONTE: Sol

Sudoeste TMN – O Festival de toda a gente

Não é preciso ser-se entendido. O Sudoeste TMN não é esquisito.

  Chegam as férias e coloca-se a questão: para norte ou para sul? Geralmente, quem vai para norte sabe porquê. O Festival Paredes de Coura (que termina amanhã) leva melómanos mais convictos. Razões como «quero ir ver os Nine Inch Nails porque é a última digressão» motivam a romaria à verde Praia Fluvial do Tabuão. Quando toca ao árido Sudoeste, na Zambujeira do Mar, o caso muda de figura – vai-se subretudo para conviver. Numa ou noutra edição, o público incondicional permitiu algum desleixo no cartaz, mas este ano a bússola do gosto também indica o caminho.
  São cinco dias na Herdade da Casa Branca (o bilhete para todos os dias dá direito a campismo grátis), entre 5 e 9 de Agosto, a começar pela Recepção ao Campista a cargo do francês David Guetta, autor do êxito das pistas ‘Love Don’t Let Me Go’. A dança é, aliás, aposta forte a fechar as noites no Palco TMN. O dia seguinte (quinta-feira) tem o kuduro progressivo dos Buraka Som Sistema como cabeça-de-cartaz mas a anca não se cansa: a seguir actua o DJ Armin Van Buuren, amigo da força bruta do techno e trance.
  Só sexta-feira, dia 7, é que as águas acalmam. Se, na edição anterior, foi inusitado ver Camané no palco Planeta Sudoeste, este ano será ainda mais curioso ver Mariza no grande Palco TMN. Antes, os Deolinda abrandam o ritmo. A fechar, a electrónica calma dos atmosféricos Zero 7.
Um dos grandes trunfos chega no sábado: o regresso esperado, depois de um fim de carreira que não dera margem para grandes esperanças, dos Faith No More. Mais de dez anos depois da dissolução, a banda do omnipresente Mike Patton volta a juntar-se para uma digressão sem novidades mas cheia de nostalgia. Angel Dust foi banda sonora para muita adolescência levada da breca.
  Talvez seja demasiado jovem para ter desfrutado dessa banda sonora, mas Lily Allen continua levada da breca. Pela primeira vez frente aos fãs portugueses, a britânica queriducha com linguagem de camionista sobe ao Palco TMN para apresentar It´s Not Me, It’s You.
  No palco Planeta Sudoeste, destaque para os brasileiros Mallu Magalhães e Marcelo Camelo (dia 6). Entre os portugueses, aguarda-se com pinta o Legendary Tigerman (7), com alegria os alentejanos Virgem Suta (9) e com fé os novos talentos da Flor Caveira (8). No mesmo dia, não perder a banda de culto Low e a vibrante ex-Moloko Roísín Murphy. O escape seguro para o ‘té-se bem’ é o palco de reggae Positive Vibes e, para a dança noite dentro, o espaço Groovebox.

FONTE: Sol

Arranca amanhã a edição de 25 anos do Jazz em Agosto

  Sob o signo do conceito ‘Ícones e Inovadores’, começa amanhã – estendendo-se até dia 9 – o 26º Jazz em Agosto, o festival que a Fundação Gulbenkian promove e mostra anualmente em Lisboa as mais curiosas propostas do jazz experimental contemporâneo. É o reverso da medalha da maioria dos festivais portugueses de jazz, que premeia as sonoridades clássicas.
  Os dois nomes mais fortes desta edição são os dos norte-americanos George Lewis e Dave Douglas, partilhando a comum homenagem ao trompetista Lester Bowie nos projectos que apresentarão (amanhã e quinta-feira, respectivamente) no Anfiteatro ao Ar Livre da Gulbenkian. Lewis, trombonista que assinou ao lado de John Zorn o já clássico News For Lulu e pouco dado a concertos, actuará pela segunda vez com o projecto Sequel, em que se faz acompanhar por uma armada de computadores portáteis – mas também instrumentos mais convencionais.
  Douglas, por seu lado, traz a Lisboa o grupo Brass Ecstasy, com o qual acaba de lançar o álbum Spirit Moves, onde a sua trompete comanda um reportório que vai de Bowie à soul de Otis Redding, e ao hip-hop de Missy Elliott, tudo devidamente adaptado, naturalmente.
  De resto, haverá oportunidade para ouvir o duo Rough Americana e a Nublu Orchestra (dia 2), o solo de trompete de Peter Evans e os Buffalo Collision (dia 7), Franziska Baumann + Matthias Ziegler e o Peter Evans Quartet (dia 8), os Propagations e Bill Dixon com a Exploding Star Orchestra. Bilhetes entre os 12.50€ e os 20€.

FONTE: Sol

Produza energia enquanto dança

  Se a moda pega, os mais novos terão um novo argumento para convencer os pais a deixá-los sair à noite: «vou à discoteca ‘amiga do ambiente’ e vou dançar para produzir energia eléctrica».
Por agora ainda não há notícia de bares completamente sustentáveis em termos ambientais em Portugal. Mas, na Europa, não faltam exemplos. É o caso do Bar Surya, no bairro londrino de King’s Cross, que inaugurou um piso especial capaz de gerar electricidade a partir dos movimentos de quem dança.
  Neste bar – cujo modelo também já existe no Club Watt, em Roterdão – que se auto-proclama como o primeiro clube ecológico do mundo, 60% da energia utilizada já é proveniente da pista de dança e os restantes 40% são gerados por uma turbina eólica e painéis solares.
  Além disso, os alimentos vendidos são biológicos, há sistemas de redução de consumo de água nas casas de banho, a decoração é feita com materiais reciclados e o pagamento da entrada no bar, depende do transporte usado pelos clientes. Quem vai de bicicleta ou a pé não paga.

FONTE: Sol

Guitarra chinesa na capital

  O Museu do Oriente recebe hoje a coqueluche da música chinesa Xuefei Yang. A guitarrista chega a Portugal para um espectáculo inserido nos concertos de verão da Fundação do Oriente.
  Xuefei Yang começou a estudar música aos sete anos, tendo entrado para o Conservatório Central de Pequim aos 13 e realizado o primeiro concerto internacional com 14 anos.
  Com 22 anos, Xuefei Yang apresenta um espectáculo versátil, com sons de origem oriental a conviverem com a música mediterrânica.

FONTE: Sol