Red letter day

  The RED charity created to fight AIDS in Africa has added a music subscription service to its fund-raising quiver. For $5 per month, subscribers will get three exclusive tracks from such participating acts as U2 and Elton John, as well as music from more emerging artists. PassAlong Networks will provide the service’s back-end technology. Half of proceeds will go to the charity.

SOURCE: Billboard Magazine

CrackSpace new space

  The online hip-hop community CrackSpace has relaunched as ihiphop.com. The new site adds streaming music, videos, news, discussion groups and social networking tools, as well as user profile widgets, video chat, blog entries and a hip-hop wiki page designed to be a repository of hip-hop news and history. Additionally, the new site has added an extention that allows users to post their profile widget on Facebook pages. It also will sell ringtones, CDs, DVDs and other merchandise. The site launches with an installed base of 800.000 users.

SOURCE: Billboard Magazine

Fly like an eagle

  FlyTunes, a mobile content network that extents digital broadcasts to mobile phones, has teamed upwith Entercom Communications to stream radio stations to mobile phones. Entercom outlets in Seattle and San Francisco are the first to be made available, with others added in the next three months. Entercom has more than 110 stations in 23 markets. The FlyTunes service is available on most smart phones, including iPhone.

SOURCE: Billboard Magazine

So you wanna be a Rock Star? ENTER SHIKARI share their tips on how to make it…

PRACTISE MAKES PERFECT
Chris Batten:
"Practise really hard before you play your first gig because you only get one chance to make a good impression. Did we do that? No, we didn’t. Because of that we spent a long time trying to convince the local scene that we weren’t terrible."

DON’T TAKE ‘NO’ FOR AN ANSWER
Rou Reynolds:
"We got kicked offstage after two songs at the Mars Bar in Worcester. We were climbing on the PA and the lighting rig, and the soundman hadn’t seen anything like it before. So we were kicked off and the crowd were chanting ‘the soundman is a wanker’. So they let us back on!"

NEVER BE DISCOURAGED
Batten:
"In the early days you play one good gig to every 10 bad ones. It’s such hard work. You’ll drive up to the North East of England and play to two people and then drive seven hours home again. But you have to keep at it because one person will see you and think you’re good and the word will spread."

REMEMBER THINGS AREN’T THAT BAD
Reynolds:
"So many times I’ve been convinced that we’ve had a terrible gig – say, I’ve been injured and not been able to jump around as much. But someone will come up to you afterwards and say, ‘Man, that was brilliant!’ It makes it all worthwhile."

SOURCE: Kerrang!

DIA MUNDIAL DO ROCK

Em 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um festival musical à escala global para combater a fome na Etiópia.

  Treze de Julho é o Dia Mundial do Rock. O Live Aid foi um espectáculo que aconteceu, em simultâneo, em Filadélfia (Estados Unidos) e em Londres (Inglaterra) e apresentou um cartaz de peso que incluía nomes como os Black Sabbath, Status Quo, INXS, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Duran Duran, Santana, The Who e Phil Collins, entre muitos outros.
  Como curiosidade diga-se que Phil Collins abriu o espectáculo nos Estados Unidos e, pouco depois, voou para Londres para fechar o festival em solo inglês.
  Além do Live Aid, outros festivais com a mesma consciência social ocorreram na década de 80 como o USA For Africa, o Farm Aid, o Hear ‘n’ Aid, o Artists Against Apartheid e o Amnesty International. Grandes nomes do mundo pop e rock actuaram nestes espectáculos. De todos eles, o Live Aid foi o mais famoso. A organização de Bob Geldof conseguiu arrecadar cerca de 40 milhões de euros que foram doados a instituições na luta contra a fome em África.

FONTE: Focus

Pinturas e música

  Por que razão as pinturas rupestres nas cavernas estão geralmente localizadas nas zonas onde a reverberação do som é mais intensa e profunda? Partindo desta pergunta, o investigador Iegor Reznikoff, da Universidade de Paris, estudou os percursos dentro de algumas cavernas com pinturas rupestres e descobriu que é possível detectar as paredes que têm pinturas se nos guiarmos apenas pelo som. Onde a reverberação é mais profunda, aí estão sempre marcadas pinturas na rocha. Por que razão? Reznikoff defende que isso teria um significado ritual e que haveria nesses pontos momentos de canto e música, como explicou numa conferência citada pela revista ScienceDaily. Em escavações realizadas em algumas destas cavernas já se encontraram também restos de flautas de osso junto das pinturas. Mas se hoje podemos admirar essas imagens que nos chegaram do Paleololítico, só podemos mesmo imaginar como soaria a música de então.

FONTE: Notícias Sábado

Musicoterapia

Ouvir melodias relaxantes parece ajudar na recuperação depois de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Os investigadores afirmam que se os pacientes ouvirem cerca de duas horas de música por dia recuperam mais facilmente a memória verbal e a concentração. Além disso adquirem um estado de ânimo mais positivo.

FONTE: Notícias Sábado