Memup Divine 2Gb

   O leitor de MP3 Divine, da Memup, é um medalhão que pode ser pendurado ao pescoço ou guardar-se num pequeno bolso da camisa. Com 2Gb de capacidade para poder ter sempre à mão as centenas de músicas preferidas, o leitor vem com um fio regulável para se pendurar ao pescoço e está equipado com um auscultador intra-auricular para permitir uma verdadeira liberdade de movimentos. Com design ultrafino, o Divine tem ligação USB 2.0, equalizador e autonomia de quatro horas. Mede 44.5x30x9mm e pesa apenas 12 gramas.

Info:www.memup.pt
Preço aprox.: 29.90€

FONTE: Notícias Magazine

Super Bock Super Rock no Porto e em Lisboa

O Parque da Cidade, no Porto, vai receber o Festival Super Bock Super Rock nos próximos dias 4 e 5 de Julho. No primeiro dia sobem ao palco Xutos & Pontapés com a Orquestra do Hot Club, ZZ Top, Love and Rockets, David Fonseca, Crowded House e Pete Tha Zouk, enquanto que no dia 5 se pode assistir aos concertos de Jamiroquai, Paolo Nutini, Morcheeba, Jorge Palma, Clã, Brand New Heavies e Sexy Sound System. Em Lisboa, o festival vai decorrer no Parque Tejo, no dia 9 de Julho, com Iron Maiden, Slayer, Avenged Sevenfold, Rose Tattoo, Lauren Harris e Tara Perdida, e no dia 10 com Tiësto, Digitalism, Beck, Mika, Duran Duran e Mesa com Rui Reininho. O preço dos bilhetes varia entre os 35 e os 60 euros, no porto, e os 40 e os 70 euros em Lisboa, sendo que poderá adquirir um passe para os 4 dias por 80 euros.

FONTE: Dica da Semana

James Blunt no Campo Pequeno a 4 de Julho

James Blunt vai apresentar o seu mais recente álbum, "All The Lost Souls", no Campo Pequeno, em Lisboa, a 4 de Julho, depois do seu álbum de estreia, "Back To Bedlam", que atingiu em todo o mundo um enorme sucesso, ter alcançado em Portugal a impressionante marca de Dupla Platina. O espectáculo está marcado para as 22 horas e o preço dos bilhetes varia entre os 32,50 e os 37,50 euros.

FONTE: Dica da Semana

António Feio junta amigos no espectáculo musical “Feio & Friends”

O actor António Feio rodeou-se de um grupo de amigos e juntos decidiram formar uma banda para dar um concerto num registo descontraído, bem humorado e de grande cumplicidade com o público, no qual vai poder ouvir um alinhamento de canções que marcaram diversas gerações de uma forma indelével. Desde as bandas sonoras de filmes, até às canções de genéricos de séries infantis, passando ainda pelos anúncios clássicos, cabe quase tudo no repertório da banda. Um dos músicos que António Feio permitiu que fizesse parte da banda, contrariando a vontade dos outros elementos, insiste em fazer versões de músicas e solos em Flauta de Pan. Mas, nem esta nota dissonante vai conseguir desafinar o concerto dos Feio & Friends. Com António Feio e Miguel Camilo nas guitarras, Alexandre Manaia no teclado, Nuno Oliveira no baixo, Mauro Ramos na bateria, Paula Teixeira e Paulo Ramos na voz e com a participação especial de Jorge Mourato, para além de outros convidados surpresa, os Feio & Friends sobem ao palco do Arena Lounge, no Casino Lisboa, nos próximos dias 30 de Junho, 1 e 2 de Julho. Os concertos são de entrada gratuita e têm início marcado para as 22h30m, sendo que por imperativo legal, o acesso ao espaço do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.

FONTE: Dica da Semana

Ataque à internet de banda larga – críticas aos fornecedores de acesso

Editoras discográficas dizem que as campanhas publicitárias e pacotes disponibilizados para aceder à internet podem contribuir para a pirataria.

  A indústria discográfica nacional acusa as campanhas publicitárias das empresas que fornecem acesso à internet de poderem estar a fomentar a pirataria, contribuindo “para promover o desrespeito, por parte dos consumidores, no que toca aos direitos de propriedade intelectual”.
  Numa nota em que reagem à primeira condenação por partilha de ficheiros musicais não autorizada no País, a Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) e a Audiogest – Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos – salientam que “não podem deixar de manifestar a sua preocupação pelos prejuízos e perigos em que podem incorrer os utilizadores de serviços de internet”. Na semana passada foi condenado um homem de 28 anos que se apropriou de 146 ficheiros musicais através de programas na internet. A pena de prisão seria de três meses, mas serão substituídos por uma multa de 1160 euros, por o arguido não ter antecedentes criminais.
  Eduardo Simões, presidente da AFP, diz que, apesar de já ter tentado alguma cooperação com as empresas, a maior parte não se tem mostrado disponível: “A última vez que tentámos estabelecer diálogo foi em Setembro de 2007. Só tivemos uma resposta. Não há qualquer abertura por parte das empresas para evitar estas situações.” O dirigente está preocupado com as repercussões destes casos e lamenta que as empresas só divulguem a velocidade e a capacidade de fazer downloads. “As regras estão bem explícitas nos contratos, mas há falta de cuidado nestes temas”, acrescentou.
  O CM tentou obter reacções de empresas que fornecem acesso à internet, como a Zon e a Portugal Telecom, mas tal não foi possível à hora de fecho desta edição.

FONTE: Correio da Manhã

iTunes estabelece novo recorde

Loja digital regista 5 mil milhões de downloads em cinco anos.

De acordo com informações oficiais reveladas pela Apple, a loja digital iTunes já ultrapassou os 5 mil milhões de downloads, pouco depois de ter completado cinco anos em Abril e pouco depois de ter ultrapassado a barreira dos 4 mil milhões, em Janeiro. Contudo, 2008 tem marcado uma diminuição no aumento de downloads registado anualmente até aqui. Para esta redução poderá contribuir o desenvolvimento de outros serviços, como o Amazon MP3, que distribui música em formato digital sem DRM. Ainda assim, a Apple fez questão de reforçar, em comunicado, que é “o maior retalhista de música nos EUA e um dos maiores do mundo”, com um catálogo de 8 milhões de canções.

FONTE: Diário de Notícias

Um jogo para todos ouvirem

Investigadores do MIT criaram um jogo de computador especialmente concebido para ser partilhado por invisuais e jogadores sem problemas de visão.
  Depois do videojogo, chegou o «audiojogo». Uma equipa de investigadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, e de estudantes de Singapura desenvolveu um jogo de computador que permite aos invisuais partilhar a diversão com os seus amigos sem problemas de visão. O truque? Relegar para segundo plano os elementos visuais e conceder o protagonismo ao som.
  O jogo, baptizado AudiOdyssey, coloca os jogadores na pele de Vinyl Scorcher, um DJ novato que tenta animar uma festa. Recorrendo a um comando da consola Wii da Nintendo, que permite o reconhecimento dos movimentos do seu utilizador, ou, em alternativa, ao teclado do computador, os participantes podem compor as suas músicas, definindo o ritmo e a batida que mais lhe agrada. O objectivo é evitar que os dançarinos virtuais abandonem a pista.
  O jogo é semelhante a outros títulos musicais baseados no ritmo, como «Guitar Hero», onde os jogadores são desafiados a tocar uma guitarra virtual, «Dance Dance Revolution», em que a dança assume o protagonismo, ou «Rock Band», onde o objectivo é construir uma banda e fazer uma «tournée». Os participantes têm que premir botões na altura certa para introduzir novas músicas e, uma vez completadas todas as tarefas requeridas, podem embarcar numa sessão de «Freestyle».
  A ideia de criar o jogo partiu de Eitan Glinert, estudante do Singapore-MIT Gambit Game Lab, uma iniciativa conjunta do MIT e do Autoridade para o Desenvolvimento dos Media de Singapura. Segundo Glinert, cujo trabalho procura tornar os videojogos acessíveis a uma audiência mais vasta, a introdução da Nintendo Wii, com os seus sensores de movimento, popularizou as consolas mesmo entre aqueles que nunca haviam jogado, como muitas mulheres e homens mais velhos.
  o jovem tentou então perceber que grupos estavam a ser deixados de fora do fenómeno. «Percebemos que os deficientes visuais ainda não conseguiam jogar a maioria dos jogos, por isso decidimos tentar criar um que eles fossem capazes de jogar da mesma maneira, com os mesmo grau de dificuldade, que os seus amigos», explica Glinert ao «Expresso». Segundo o investigador, no mercado existiam já cerca de 200 títulos diferentes para cegos, mas todos partilhavam o mesmo problema: tinham sido especificamente pensados para os jogadores invisuais, baseando-se no som e em comandos tácteis, que eram impraticáveis e pouco atractivos para os restantes jogadores. «Havia jogos para cegos e jogos para não cegos. Achei que talvez pudesse conceber um jogo que pudesse ser jogado por ambos os grupos», conta.
  Em colaboração com sete outros alunos do laboratório de jogos do MIT, Glinert desenvolveu então o protótipo do AudiOdyssey, que desde há um ano tem vindo a ser testado com diversos grupos de jogadores. O criador do jogo admite que, tratando-se ainda de um protótipo, «é limitado naquilo que as pessoas podem fazer», mas garante que os jogadores «parecem divertir-se com ele». A grande vantagem do jogo em relação aos outros títulos está na possibilidade de permitir aos jogadores invisuais partilhar a experiência com os restantes jogadores, algo que é muito característico das comunidades de jogos.
  Para atingir esse objectivo, um dos principais desafios que a equipa teve que ultrapassar foi encontrar um equilíbrio entre os aspectos visuais e auditivos do jogo «uma vez que este tinha de ser atractivo para ambos os grupos».
  Se quiser jogar o AudiOdyssey no seu PC basta fazer o download grátis no sítio da iniciativa (http://gambit.mit.edu/loadgame/audiodyssey.php). Se quiser usar o Wiimote (comando da Wii), deverá ter uma placa Bluetooth instalada no computador. Caso contrário, poderá utilizar o cursor do teclado.

FONTE: Expresso